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Meia 92

sexta-feira, 1 de março de 2024

VIDA BILÍNGUE – Seja honesto, pois você será testado!

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Muitos alunos me perguntam se após estudarem comigo receberão certificado. Eu digo sim! Finalizou o módulo recebe certificado. Óbvio que vai ter que cumprir as exigências do percurso: percentual de presença, nota mínima no módulo, enfim, tudo dentro dos conformes.

Mas o certificado serviria pra quê, mesmo? Eu diria que, a princípio, apenas para documentar o seu processo no módulo, no curso. No flow da vida o que vai contar, de verdade, é a prática.

Em busca de uma posição no mercado de trabalho, o que vai contar, se a pessoa precisa de inglês, é o desempenho prático. Não vai adiantar mostrar papel com notinha, não. Tem que falar, tem que mostrar que sabe.

Para situações específicas poderá ser necessário um certificado de proficiência. Mas este é conseguido através de testes específicos, não em cursos convencionais de escolas de inglês ou com professores particulares.

O inglês que você tem é o inglês que vai abrir (ou não) as portas para as oportunidades que a vida te oferece. E sobre isso precisamos falar.

Já vi gente amplificar o nível de inglês no currículo. E já vi gente se prejudicar por conta disso. Não adianta! Se você tem o básico, diga “tenho o básico”. Mente não! Não feche uma porta que ainda nem abriu pra você.

Eu já publiquei em coluna anterior neste espaço o que os níveis de A1 a C2 representam. Vai lá, resgata a coluna (https://meia92.com.br/2023/04/vida-bilingue-voce-sabe-qual-e-o-seu-nivel-real-no-idioma-que-estudou-ou-estuda/) e veja onde você se encaixa exatamente.

Eu sempre sugiro àqueles que vão concorrer a uma vaga que exige inglês nivelar sua capacidade pra baixo. Se está no intermediário, diga que seu básico é bom. Se está no avançado, diga que seu intermediário é bom. Nessas horas, é muito melhor surpreender positivamente do que passar o famoso “carão”. Porque não adianta: pra uma vaga de emprego vão testar você na prática.

No mundo corporativo há muitas demandas para o uso do inglês. Comunicação escrita via e-mails com clientes e fornecedores de todos os cantos do mundo, conferências de negócios (as famosas conference calls), viagens internacionais, enfim uma gama de atividades de extrema importância para as empresas. E de extrema responsabilidade para o funcionário. Por isso o grande cuidado que os recrutadores têm ao tratar da questão da fluência dos candidatos.

Como English teacher vira e mexe me procuram para dar treinamento para entrevista (job interview). Mas, gente! Tem povo aí que não tem noção, não!!! Já me procuraram para esse treinamento SEM inglês, acreditam? Aí não dá, milagres ainda não estou fazendo, não!

Parece ridículo dizer isso, mas se você não tem nadica de inglês, nem pense no caso. Vai lá e estuda! Permita-se o processo do aprendizado. Aceite seus limites. E trabalhe para progredir. Aulas de inglês (ou qualquer outro idioma) são partes de um processo longo, pra vida. Inventa não!

Vale lembrar que muitas, mas muuuuuitas pessoas perdem boas oportunidades de trabalho em boas empresas pelo fato de não terem o inglês. Mas essa é uma condição mutável. Então pense nisso! Prepare-se, evolua e conquiste, lá na frente, a vaga dos seus sonhos.

Fico hoje por aqui, torcendo pra você evoluir sempre no inglês. Até a próxima!

Denise Domingues é jornalista, graduada em História

e atua como English teacher desde 2005.

Está no mercado como profissional independente desde 2011.

@teacher_domingues_denise

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