fbpx

Meia 92

sábado, 2 de março de 2024

Regularização dos ciclomotores é marco para mobilidade no Brasil, diz CEO da E-Moving

bike

Novas regras exigem uso de itens de segurança e determina velocidade máxima

Entrou em vigor, na última segunda-feira (03), a nova regulamentação proposta pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para o uso de bicicletas elétricas, ciclomotores e outros veículos individuais autopropelidos.

A startup de soluções de mobilidade urbana E-Moving, apoia esta regularização das bicicletas elétricas.“Esse é um passo importante e um marco para a mobilidade no Brasil. Somos favoráveis a regulamentar os micromodais elétricos – bicicletas, monociclos e patinetes – principalmente neste momento em que há uma ampla gama desses veículos circulando nas ruas, em múltiplas finalidades. A E-Moving, que possui um amplo histórico na mobilidade urbana, recentemente também passou a concentrar esforços na ciclologistica”, comenta o CEO da startup, Gabriel Arcon.

As novas regras para a regulamentação são: scooters precisam ter placas e o condutor necessita de carteira de habilitação A, para motocicletas, ou uma autorização ACC, específica para este tipo de veículo. Ciclomotores também necessitam de placas e carteira de motorista A e a velocidade máxima deve ser entre 32km/h e 50km/h e uso de capacete obrigatório.

Já para as bicicletas elétricas podem ter a velocidade máxima de 32km/h, as que são usadas para práticas esportivas o limite de velocidade sobe para 42km/h, não precisam de placas e o condutor não necessita de carteira de motorista A.

De acordo com o decreto, cada governo estadual pode definir ajustes sobre as regras para cada estado. De acordo com o decreto, as prefeituras pode arbitrar ajustes sobre as regras para cada município. “A E-Moving está de acordo com a legislação e possui ampla oferta de equipamentos disponíveis para diferentes aplicações”, finaliza o executivo.

Conteúdo Relacionado