fbpx

Meia 92

segunda-feira, 24 de junho de 2024

O que a tecnologia tem a ver com a sua identidade?

Fotolia_237516408_Subscription_Monthly_M

Quem somos? De onde viemos? Para onde queremos ir? Essas são perguntas que a humanidade se faz desde que deu seus primeiros passos no planeta, mas também são questões práticas para as quais encontramos respostas em nossos documentos civis. Ali estão nosso nome, filiação e a chave para exercermos todos os nossos direitos na sociedade. E é inspirado por essas questões metafísicas e também mundanas que comemoramos, a cada 29 de julho, o Dia da Identificação.

A data foi celebrada pela primeira vez no país pelo Estado de São Paulo, em 1989, e marca a expedição da primeira carteira de identidade do estado, à época denominada “Ficha Passaporte” ou “Cartão de Identidade”, emitida em 29 de julho de 1904 na capital paulista.

Tecnologia a serviço da cidadania

A identificação e a documentação são aspectos essenciais para a organização de uma sociedade. É por meio delas que as pessoas comprovam legalmente sua identidade perante o Estado e sua comunidade, e podem exercer seus diretos civis e políticos. Estudar, dirigir, ter uma conta em banco ou uma casa própria, votar ou trabalhar de carteira assinada, nada disso é possível sem uma identidade civil.

Mas como garantir a organização e segurança desse processo? É aí que entra a tecnologia. E, alerta de spoiler, o Serpro tem um papel de destaque nessa história, principalmente em seus capítulos mais recentes.

Do papel ao digital

No Brasil, o processo de identificação civil tem suas raízes no período colonial, quando os primeiros documentos foram instituídos pelos colonizadores. Com o passar do tempo, a necessidade de identificação foi se tornando cada vez mais relevante para fins de segurança, administração pública e prestação de serviços. Em 1875, foi instituído o “Registro Civil de Pessoas Naturais”, criando-se o primeiro sistema oficial de registro de nascimentos, casamentos e óbitos no Brasil.

Conteúdo Relacionado