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sábado, 2 de março de 2024

Programas de benefícios de medicamentos ajudam a economizar frente à alta de preços

A Female pharmacist scanning barcode on a medicine box in a modern pharmacy drugstore.

Próximo reajuste virá acompanhado do aumento de ICMS em alguns estados e pode alcançar 5,6%

O aumento dos medicamentos que começará a vigorar a partir do dia 1º abril, pode alcançar até 5,6%[i] este ano, de acordo com dados do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma).
Neste cenário, os Planos de Benefícios em Medicamentos (PBM), como os da epharma, se tornam importantes aliados para manter o acesso das pessoas a diversos tipos de terapias, auxiliando na economia e colaborando para que não haja desistência do tratamento médico.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a compra de medicamentos de uso contínuo compromete cerca de 30% da renda das famílias brasileiras. “Cerca de 90% dos gastos em medicamentos vêm do bolso das pessoas e 10% do governo, que é o pagador institucional. Nós temos dados de que 80% das prescrições aviadas não são completamente compradas e 50% dos pacientes iniciam e param os tratamentos”, explica o Dr. Luiz Carlos Monteiro, fundador e presidente do Conselho da epharma PBM Phygital e conselheiro da Aliança para Saúde Populacional (ASAP). O diretor de Negócios e Operações da epharma, Wilson de Oliveira Junior, complementa: ”É um cenário preocupante no Brasil, observado nos registros de abandono aos tratamentos relacionados a fatores sócios-econômicos”
Além de proporcionar mais acesso aos tratamentos, as novas modalidades dos programas de medicamentos buscam integrar toda a jornada do paciente, estimulando ainda mais a prevenção de doenças e incentivando a adesão aos tratamentos, quando necessário, principalmente daqueles com doenças crônicas. Segundo dados do relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 74% das mortes no mundo são causadas por doenças crônicas não transmissíveis[ii] , consideradas um problema de saúde pública global.
“Oferecer soluções em planos de medicamentos de forma flexível é uma característica que a epharma traz em seu DNA, e nossa proposta é ampliar esse olhar com um objetivo mais profundo na jornada de saúde das pessoas, a fim de oferecer uma solução integral ao usuário, facilitando o acesso ao medicamento e diversos serviços que visam melhorar a sua qualidade de vida e bem-estar”, explica Wilson. “Quando o foco está na jornada da saúde dos usuários é possível personalizar as soluções de acordo com as necessidades, criando um ecossistema favorável e colaborativo centrado no cuidado integral do indivíduo”, completa o executivo.

O executivo complementa ainda que por meio dos PBM, é possível contribuir com melhores diagnósticos, condutas mais adequadas e indicadores de qualidade de vida de toda a população, além de disponibilizar plataformas para melhorar a aderência ao tratamento, considerado um desafio na saúde, além de disponibilizar serviços que estejam alinhados às necessidades das pessoas. “Hoje temos a capacidade de personalizar a jornada e tratar cada paciente de maneira individualizada”, explica Wilson.
Em geral, os descontos via PBM corporativo podem chegar a 80% ou a R$ 256,00 por mês, de acordo com cada programa contratado. A empresa conta com planos flexíveis em que são fornecidos produtos genéricos e até de marca, gratuitamente, segundo dados da epharma. O volume de descontos é tão grande que, no último ano a empresa gerou uma economia de aproximadamente R$2 bilhões na compra de medicamentos aos 33 milhões de beneficiários, um crescimento de quase 60% em relação ao ano anterior.

A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) ainda não confirmou o valor exato do reajuste, contudo, é importante esclarecer que a correção visa acompanhar a inflação e garantir que os preços dos medicamentos permaneçam acessíveis.

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