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sábado, 2 de março de 2024

Estética In São Paulo espera gerar R$ 55 milhões em negócios

Bruno

Enquanto muitos setores sofreram com o período pandêmico, o de estética cresceu. O resultado disto pode ser sentido na edição 2023 da Estética In São Paulo, que está 30% maior que a de 2022. Segundo o sócio-diretor do Grupo Estética in, Eduardo Gouvêa, a palavra de ordem é otimismo.

De 22 para 23 houve um aumento tanto no número de profissionais dentro do evento, quanto de indústrias. “Estamos bem otimistas nessa questão é um mercado que não para de crescer a ainda temos muito mercado para atingir.”

Segundo o SEBRAE o setor de beleza representa 4% do PIB nacional, dentro desta movimentação, a organização do evento estima que serão gerados R$ 55 milhões em negócios durante os três dias. “A nossa expectativa de crescimento para esse ano é de 15%, além das oportunidades de negócios que são criadas dentro da feira que recebe entre seus visitantes profissionais com poder de decisão na definição e na compra de produtos ou equipamentos”, explica.

Gouvêa destaca a procura cada vez maior das pessoas por bem-estar, e as pesquisas que demonstram que 90% das mulheres estão insatisfeitas com seus corpos, além do Brasil já ser o segundo maior consumidor de beleza masculina.

A entrada de profissionais, como dentistas e biomédicos na área de estética é outra realidade que aqueceu o setor. “Todos gostam de trabalhar com beleza, estética e autoestima. Hoje com a harmonização corporal e facial, os profissionais de odontologia enxergam a estética como um grande negócio e que proporciona autoestima aos seus pacientes. É muito gratificante trabalhar com beleza”, ressalta o diretor da Feira.

Até amanhã (03/04) 250 expositores apresentarão as principais tendências do setor em seus lançamentos que movimentam o mercado e contribuem para que o Brasil ocupe a 2ª posição entre os países que mais lançam produtos na área de beleza, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec).

Esses produtos lançados não ficam parados na prateleira, mas sim dominam as rotinas de skin care e cabines de clínicas de estética, já que, segundo a Abihpec, 1,5% do orçamento do brasileiro é destinado ao consumo de produtos ou serviços desta categoria.

Entrevistas e foto: Bruno Guilherme Montezano

 

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