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sábado, 18 de maio de 2024

Câncer colorretal: incidência aumenta entre os mais jovens

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Estudo recente publicado pela American Cancer Society, indica que um em cada cinco casos de câncer colorretal diagnosticados hoje ocorre em pessoas com menos de 55 anos, em comparação com um em cada 10 casos em 1995.

Ainda não foi descrita a causa dessa tendência, mas um artigo recém-publicado na Science sugere algumas razões possíveis, incluindo fatores ambientais e genéticos.

As descobertas também revelaram um aumento nos diagnósticos de doença avançada, o que é particularmente preocupante. As taxas crescentes em adultos mais jovens levaram os Serviços Preventivos dos EUA a mudar sua recomendação em maio de 2021 para iniciar os exames aos 45 anos em vez de 50, mas aqueles com fatores de risco podem precisar começar ainda mais cedo.

O câncer colorretal é o terceiro tipo mais comum no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), que estima o surgimento de 41 mil novos casos por ano no país. Este tipo de câncer pode não causar sintomas imediatamente, mas é importante observar: uma mudança nos hábitos intestinais, como diarreia, constipação ou estreitamento das fezes, a sensação de que você não se sente aliviado ao ter uma evacuação, sangramento retal com sangue vermelho vivo, sangue nas fezes, o que pode fazer com que elas pareçam marrom-escuras ou pretas, cólicas ou dor abdominal, fraqueza e fadiga, além de perda de peso não intencional.

A detecção precoce do câncer, por meio do exame de colonoscopia, em todas as pessoas acima dos 50 anos é uma estratégia fundamental para encontrar um tumor numa fase inicial e, assim, aumentar a chance de tratamento. Os principais fatores de risco são: idade acima dos 50 anos, histórico familiar, dieta pobre em fibras, ingestão excessiva de carnes vermelhas e processadas.

Com chances de cura, a guerra contra o câncer já é travada com inovadoras ferramentas 

Para os casos de diagnóstico positivo com recomendação de quimioterapia, os avanços científicos têm apresentado novas ferramentas. Uma delas foi trazida pela Invitrocue Brasil ao país. Os investimentos da empresa na tecnologia de organoides levaram ao desenvolvimento do teste Onco-PDO (Organoides Derivados do Paciente) que auxilia os médicos a individualizar o tratamento do paciente. Com ele, as células do paciente são cultivadas e testadas para diferentes drogas quimioterápicas e drogas de terapia alvo, analisando como respondem às diferentes terapias.

Trata-se de um cultivo celular tridimensional, que melhor reflete in vitro as condições observadas in vivo do seu tumor de origemO Teste Onco-PDO leva em conta que cada paciente é único, e isso ajuda o médico a traçar a melhor escolha para aquele paciente específico. Alguns tumores mostram-se resistentes a certos medicamentos e saber previamente as respostas das células tumorais do paciente para os diferentes tratamentos em laboratório contribui para a tomada de decisão dos médicos oncologistas.

O benefício é que, ao invés de fazer previsões de como um o câncer pode responder a uma terapia, o Teste Onco-PDO permite verificar especificamente o efeito dessa terapia no tumor do paciente e trabalhar diretamente com as células vivas que formam o câncer em cada caso.

Disponível no Brasil para câncer de mama, pulmão, colorretal, pancreático, gástrico, próstata e ovário, o Teste Onco-PDO permite que o médico escolha 8 de 60 drogas para testagem e o resultado demonstrará como as células responderam em laboratório. O relatório, gerado em até 21 dias, fornece informações de como os organoides derivados do paciente reagiram aos diferentes tratamentos testados.  O Teste Onco-PDO  está disponível para coletas em todo o Brasil.

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