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sábado, 24 de fevereiro de 2024

Volta às aulas: instituições EAD correm riscos com aumento de cibercrimes

Credito iStock

Com a proximidade da volta às aulas, é observada uma mudança nos perfis dos novos ingressantes e, principalmente, na preferência dos formatos educacionais disponíveis. Com uma adesão que começou tímida, atualmente a Educação a Distância (EAD) é a modalidade preferida de 61% dos estudantes do ensino superior no Brasil, e cresceu 474% nos últimos dez anos, segundo o Censo de Educação Superior.

Com a tecnologia a seu favor, a modalidade que depende de computadores e acesso às plataformas digitais gera maior flexibilidade e chama atenção pela diminuição de custos em mensalidades e locomoção, além de trazer uma interatividade digital entre professores e alunos. Essa mesma tecnologia e a grande quantidade de instituições de ensino que se adaptaram em pouco tempo à demanda do EAD, se mostraram vulneráveis no quesito proteção de dados de seus usuários, fazendo com que o país se tornasse um dos alvos preferidos dos cibercriminosos no setor. “Diferente de serviços financeiros nos quais os profissionais de segurança já estão melhor instruídos para esse tipo de situação e entendem sua gravidade, o ambiente educacional se transformou em um ímã para criminosos por conta de sua baixa maturidade no que se trata de prevenção a dados digitais”, relata Gustavo de Camargo, VP de Vendas da VU no Brasil.

Segundo a Check Point Research Technologies (CPR), o número de invasões de hackers no mundo cresceu 114% nos três últimos anos. Sendo o phishing um dos crimes mais conhecidos, o cibercriminoso precisa apenas que o usuário clique em um link malicioso enviado por e-mail, para então, possivelmente, ter um ransomware em andamento. “Esses números são assustadores e levantam uma bandeira importante de alerta para o mercado. As instituições precisam se ater quanto ao maior investimento em segurança de identidade digital dos usuários, evitando assim vazamento de informações sigilosas de alunos e professores e até mesmo perda de reputação e financeira”, finaliza Gustavo.

Autenticação multifatorial, biometria, leitura facial e gerenciamento de credenciais

O uso de aparelhos e máquinas pessoais é uma preferência para o estudo, muitos também utilizam a conexão Wi-Fi em ambientes públicos, e acabam não considerando as implicações de segurança dessa prática. Por isso, contar com uma empresa como aliada que verifica e preserva as identidades e informações digitais acadêmicas, protegendo-os de phishing, pharming e roubo de identidade por meio de uma tecnologia de autenticação multifatorial, biometria, leitura facial e gerenciamento de credenciais de usuários internos e externos, torna-se essencial, principalmente por não impactar o andamento da instituição e do ensino.

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