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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

Dia difícil para o Jornalismo

gloriamaria

Tive aula na Faculdade com Carlos Manente, que foi editor do Fantástico, e lembro dele contando histórias de Glória Maria. “Repórter não pode chorar, exceto, Glória Maria”.

É disto que estamos falando, de uma jornalista que quebrou paradigmas, que inovou, que aproximou o público do jornalismo, que trouxe emoção para as matérias, que invadiu nossas casas, que nos fez chorar assistindo o Jornal Nacional.

Uma mulher negra que abriu portas, demonstrou talento desde o início, serviu de inspiração e dignificou a profissão. Seu legado não se apagará e caberá a nós que continuamos nessa jornada, levá-lo adiante.

Certamente hoje ela será tema de muitas ou de todas as aulas de jornalismo pelo país, mais uma vez. E que continue servindo de inspiração para quem abraçou a profissão, em especial a televisão.

Poucos conseguem trazer credibilidade para a notícia, simplesmente por serem os portadores, como foi o caso de Glória. É falamos Glória, como se ela fosse da nossa família, afinal, crescemos com ela entrando todos os dias em nossas casas, depois semanalmente, até o dia hoje, em que ela não mais entrará, a não ser pela magia do vídeo, que ela tanto amava.

Foto: Poder 360

Ana Azevedo

Jornalista formada pela Universidade Católica de Santos

MBA em Marketing Digital e Redes Sociais

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