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terça-feira, 25 de junho de 2024

VIDA BILÍNGUE – Por que ser bilingue?

baixinho

Por Denise Domingues

 

Por que ser bilíngue?

Olha, eu vou começar esta coluna dizendo uma coisa pra vocês: é viajando que a gente descobre a importância de se falar um outro idioma. Eu vou focar aqui o inglês, que é a minha “praia”, e também porque é a língua mais falada no mundo!

São um bilhão, duzentos e sessenta e oito milhões de pessoas falando inglês no planeta, sendo 379 milhões falantes nativos e outros 753 milhões de falantes não nativos! Na sequência, o ranking das línguas mais faladas traz o chinês mandarim em segundo lugar, o hindi em terceiro e o espanhol em quarto lugar.

O que a gente tira disso é o seguinte: em qualquer lugar do mundo, mesmo que o inglês não seja usado como uma segunda língua pelos nativos, você vai cruzar com pessoas que falam o idioma. Então, em caso de necessidade, basta sacar seu bilinguismo e pronto! Problema resolvido – ou pelo menos os mais básicos.

Não bastasse a mágica de conectar seres de lugares tão diversos do planeta, estudar uma outra língua nos proporciona inúmeros benefícios.

Podemos começar a enumerá-las pelas chances no mercado de trabalho. Sem dúvida, aumentam. Falar um outro idioma é, de fato, uma moeda de troca, que se bem usada, pode abrir portas valiosas no universo profissional. Um exemplo? Meu caso. Sou jornalista, professora de História, mas há 18 anos trabalho como English teacher. E amo!

Se você fala inglês, por exemplo, vai se sentir menos inseguro para viajar sozinho para outros países. Ou seja, falar outro idioma, em especial o inglês, te possibilita conhecer novas culturas. E, claro, você vai acabar fazendo amigos estrangeiros e, quem sabe, até engatar um novo amor em outro continente… sei lá, tudo é possível, acredite!

Na parte física, tornar-se bilíngue auxilia a adiar o processo de envelhecimento do cérebro, porque torna o órgão mais ativo e flexível.

E, claro, tem a parte da diversão, né, gente! Fazer aula de inglês não tem a ver com a tal “chatice da gramática”. Gramática é necessário, mas se é chata ou não vai depender de como a gente aplica isso para o aluno, e de como o aluno encara o processo.

Agora que você já sabe como é legal ser bilíngue, fica uma dica: chega de adiar aquele curso de inglês, ou espanhol, ou coreano. Bora estudar!

 

Denise Domingues atua como English teacher desde 2005.

Está no mercado como profissional independente desde 2011.

@teacherdenisedomingues

 

 

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