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sábado, 15 de junho de 2024

Dino afirma que prisões continuarão nas próximas horas

Rampa do Congresso Nacional lotada de invasores

Dino afirma que prisões continuarão nas próximas horas

Ministro da Justiça, Flávio Dino, anunciou que as prisões em flagrante devem continuar nas próximas horas. As punições poderão passar de 20 anos de prisão. Dino afirma que também haverá a busca pelos financiadores dos atos, que, segundo ele, já estão sendo levantados.

Até o momento as autoridades afirmam que cerca de 200 pessoas foram detidas. O ministro da Justiça afirma que houve falha no planejamento das ações por parte do governo do DF, mas não quis falar em omissão por parte do governador Ibaneis Rocha.

A AGU pediu a prisão do secretário Anderson Torres, secretário de Segurança do DF, mas que no momento se encontra em Miami, nos Estados Unidos. O presidente Lula está voltando para Brasília e manifestou interesse em visitar o Planalto. No entanto, existe uma orientação que a visita aguarde a perícia da polícia.

Além da destruição de móveis, computadores e documentos, os invasores danificaram obras de arte. Os atos estavam sendo planejamos nas redes sociais, através de convocações dos apoiadores para irem à Brasilia, inclusive destacando que a viagem seria sem qualquer custo de transporte ou alimentação.

Com a decretação da intervenção federal, Brasília passará a ter como interventor o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Cappelli, que é jornalista e especialista em administração pública e já ocupou diversos cargos nos três níveis de governo, além de ter sido presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE).

Em entrevista coletiva, Dino afirmou que é preciso agir com firmeza, mas que cabe ao Ministério Público apurar. Para ele não existe como responsabilizar judicialmente o presidente Jair Bolsonaro pelos atos, embora a responsabilidade política fique evidente. Finalizando o Ministro disse que se houver necessidade a intervenção pode ser prorrogada, embora ele acredite que o período será suficiente.  A responsabilidade dos policiais será avaliada, principalmente diante de todas as fotos que estão circulando.

Foto: Gazeta do Povo

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